quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Lílian Witte Fibe atesta que Revista Veja não deve ser levada a sério


O Programa Roda Viva da TV Cultura que entrevistou o corajoso Delegado Protógenes foi mais uma descarada tentativa de transformar o delegado em réu e tirar o foco dos crimes cometidos por Daniel Dantas.

Em rede nacional, Protógenes revelou o esquema da Revista Veja para salvar o banqueiro ladrão. A revista inventou a história do grampo no Supremo Tribunal Federal (STF). Até hoje, o áudio desse suposto grampo nunca foi visto - nem ouvido. Mais recentemente, uma investigação a pedido do próprio STF constatou que não havia qualquer vestígio de grampo.

Ao ouvir isso, a menina do Jô, Lílian Whitte Fibe, partiu em defesa da sua publicação semanal predileta. Disse ela: "Em nenhum momento a Veja disse que ouviu o áudio". O delegado continuou demonstrando a armação de Veja. Lílian mais uma vez o interrompe: "Em nenhum momento a Veja disse que ouviu o áudio".

Meus camaradas, vejam isso: segundo Lílian, a Veja NÃO ouviu o áudio!!!! COMO PODE UMA REVISTA PUBLICAR TAL GRAVE ACUSAÇÃO COM BASE EM UM ÁUDIO QUE NEM SEQUER FOI OUVIDO E AGORA SABE-SE QUE NUNCA EXISTIU??

Você acha que uma revista assim deve ser levada a sério? Um grampo que não tem áudio! Só se a conversa entre Gilmar Mendes e o senador tiver sido feita na linguagem de sinais! Você, meu camarada, consegue imaginar uma conversa por telefone feita com linguagem de sinais?

Ao tentar defender a Veja, a menina do Jô conseguiu apenas atestar o oportunismo e a falta de moral da revista.

Um conselho: NÃO LEIA A VEJA! JOGUE-A NO LIXO!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Crueldade sem limites

O governo de Israel lançou contra a Faixa de Gaza a mais cruel e sanguinária ofensiva militar desde a década de 1960. Mais de 300 palestinos já morreram, entre eles, mais de 20 crianças. Não há palavras que possam descrever o horror e repulsa deste ataque. Se houvesse justiça no mundo, os governantes e os líderes militares de Israel deveriam ser presos por crime contra a humanidade.

A imprensa colonizada trata esse genocídio com sua habitual parcialidade. Fala-se que o Hamas tem que ser destruído porque não reconhece o Estado de Israel. Mas a verdade é que são os palestinos que vivem sem um Estado. Portanto, É O EXÉRCITO DE ISRAEL QUE DEVE SER DERROTADO PORQUE NÃO PERMITE A EXISTÊNCIA DE UM ESTADO PALESTINO.

O Hamas não "tomou o poder" na Faixa de Gaza. Ele foi eleito. E não só para a Faixa de Gaza, mas para todo o território palestino. A ONU e os países imperialistas é que não permitiram que a vontade do povo palestino fosse cumprida. Para eles é assim: democracia só quando é em benefício de seus interesses.

Não há uma guerra entre a Faixa de Gaza e Israel. A Faixa de Gaza não é um país. É uma minúscula porção de terra onde vive mais de 1,5 milhão de palestinos. A FAIXA DE GAZA É O CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DE ISRAEL.

Um ataque em massa como o que vem sendo realizado pode e deve ser classificado de apenas uma forma: GENOCÍDIO

sábado, 27 de dezembro de 2008

Começando...

Meus Camaradas,

Mais uma vez, desafio-me a manter um blog atualizado para a discussão de política e economia. Não é tarefa fácil. O tempo de todos nós é escasso. Aliás, esse foi o motivo da minha ausência no blog do camarada Rafael Freire (verboclaro.blogspot.com). Entretanto, diante de tantas mentiras e insinuações maldosas que diariamente são veiculadas na mídia colonizada, é sufocante ficar calado. Felizmente, novos tempos estão chegando. As recentes vitórias populares e democráticas em vários países da América Latina e a humilhante crise do sistema financeiro capitalista mundial são provas inequívocas de que esses novos tempos vieram para ficar. Por mais que os donos da mídia tentem esconder a verdade, sempre surgirão numerosas correias de transmissão para divulgá-la.